Resumo Mobilizando uma perspectiva neorepublicana de dominação, exploramos os esforços de organizações voluntárias para regular a detenção em prisões e pela polícia. Descobrimos que as funções regulatórias ‘no papel’ são insuficientes para contrabalançar a dominação dos detidos ‘na prática’, uma vez que o poder não é controlado de maneira confiável pelo conhecimento comum e regras efetivas, nem está sob controle suficiente por pessoas e grupos sujeitos a essas regras. Usando um grande conjunto de dados qualitativos originais, apresentamos quatro antipoderes através dos quais as organizações voluntárias buscam regular a dominação na detenção: (1) fornecer informações e conselhos aos detidos; (2) responsabilizar os formuladores de regras em nome dos detidos; (3) fazer campanha por diferentes regras; (4) estabelecer participação democrática por parte dos prisioneiros. Ao mesmo tempo, ilustramos como as organizações voluntárias podem contribuir para a dominação e estar sujeitas a práticas dominantes das autoridades.
Hall et al. (Seg,) estudaram essa questão.