Os biofilmes estão implicados na maioria das infecções crônicas e apresentam resistência a antibióticos até 1000 vezes maior do que as células planctônicas, criando uma necessidade urgente por novos agentes antibiofilme. Aqui, caracterizamos o GK-11, um derivado de 11 aminoácidos da pleurocidina. Embora o GK-11 tenha mostrado atividade antimicrobiana limitada (CIM: 64 µg/mL para Staphylococcus aureus e 256 µg/mL para Pseudomonas aeruginosa), demonstrou potentes efeitos antibiofilme em níveis sub-CIM (MBIC: 32 µg/mL e 16 µg/mL, respectivamente). A microscopia e a SEM confirmaram a interrupção da estrutura do biofilme, enquanto a qRT-PCR revelou a downregulação de genes de virulência chave. O GK-11 foi não tóxico para Caenorhabditis elegans e manteve > 80% de viabilidade em fibroblastos humanos. In vivo, o GK-11 melhorou a sobrevivência dos vermes contra infecções por MRSA e PAO1. Esses resultados identificam o GK-11 como um peptídeo promissor, de baixa toxicidade, com atividade antibiofilme seletiva para potencial desenvolvimento terapêutico.
Aldağ et al. (Terça-feira,) estudaram esta questão.