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Resumo O mundo no século XXI enfrenta desafios multifacetados contra a rápida mudança climática e distúrbios ecológicos contínuos causados por desenvolvimentos socioeconômicos revolucionários, expansão acelerada de gadgets eletrônicos descartáveis e crescente dependência de matérias-primas não recicláveis, entre outros. A demanda cada vez maior dos consumidores por dispositivos eletrônicos está contribuindo significativamente para o fluxo de resíduos que cresce mais rapidamente no mundo, conhecido como resíduos eletrônicos (e‐waste), que se torna uma ameaça ambiental em um ritmo alarmante devido ao seu legado tóxico. A vida útil cada vez mais curta das tecnologias inteligentes criou um "tsunami de e‐waste", como caracterizou as Nações Unidas, com 50 milhões de toneladas acumuladas a cada ano, das quais apenas 20% passam por reciclagem formal. Portanto, o desafio de otimizar os modelos atuais de gestão de recursos com o objetivo de aprimorar os processos de fabricação e os ciclos de vida dos dispositivos eletrônicos, bem como construir uma economia circular, tornou-se significativamente proeminente. Papel/celulose, que cobre uma ampla gama de necessidades essenciais em cenários do dia a dia (desde embalagens até utilitários de escrita), constitui candidatos promissores para a obtenção efetiva de uma economia circular. Particularmente, a celulose revela-se como um material vantajoso para aplicações eletrônicas devido à sua disponibilidade abundante, o que contribui para sua relação custo-benefício, processo de fabricação simples e alta reciclabilidade e reprodutibilidade.
Nandy et al. (Mon,) estudaram esta questão.