A penumbra isquêmica foi proposta em 1981 pelo britânico Symon e colaboradores. O conceito de penumbra indica que existem limiares de fluxo sanguíneo reversíveis e irreversíveis na isquemia cerebral, sendo um processo que ocorre na transformação do infarto cerebral agudo. Eles desenvolveram dispositivos para medir o fluxo sanguíneo cerebral usando o método de hidrogênio e medidores de íons da superfície cerebral, e utilizando um modelo de isquemia cerebral por oclusão da artéria cerebral média em babuínos, examinaram a circulação cerebral e as mudanças electrofisiológicas, levando à proposta da penumbra isquêmica. Em 1984, houve controvérsia quanto à importância da penumbra, mas o conceito de penumbra contribuiu significativamente para o desenvolvimento de terapias de reperfusão no infarto cerebral agudo. As grandes realizações do professor Symon foram celebradas por muitos pesquisadores.
Hideyuki Kuyama (quarta-feira,) estudou esta questão.