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O transplante de coração oferece uma terapia que salva vidas para pacientes com doença cardíaca em estágio terminal, mas os resultados dependem do gerenciamento preciso do risco imunológico e da imunossupressão. O coração transplantado é um potente estímulo antigênico que pode ativar vias imunes, levando à rejeição e disfunção do enxerto se não for adequadamente controlado. Enfermeiros da unidade de terapia intensiva e enfermeiros registrados de prática avançada precisam ter um conhecimento prático de imunologia do transplante, pois as decisões diárias sobre vigilância da rejeição, gerenciamento de medicamentos imunossupressores, reconhecimento precoce do risco de rejeição e educação do paciente estão fundamentadas nesses mecanismos. A aloativação do receptor ocorre por meio de vias diretas e indiretas que moldam o tempo e o fenótipo da rejeição. A rejeição celular aguda é mediada principalmente por células T através de interações do complexo principal de histocompatibilidade, enquanto a rejeição mediada por anticorpos é impulsionada por anticorpos específicos do doador contra antígenos leucocitários humanos, com ativação do complemento e lesão endotelial. Esta revisão relaciona a imunologia básica ao monitoramento de medicamentos à beira-leito e um cuidado pós-transplante mais seguro e consistente.
Coleman et al. (Tue,) estudaram essa questão.