A ciência moderna, da física à biologia, baseia-se em uma suposição fundamental: as entidades são primárias e as relações entre elas são secundárias. Este artigo argumenta que essa ontologia baseada na substância é o principal obstáculo para uma teoria científica da consciência e propõe sua inversão: as relações são fundamentais. A partir desse novo paradigma, denominado Dynergeia, emerge naturalmente uma teoria específica e falsificável da consciência. Ela postula que a experiência se instaura sempre que cinco padrões relacionais universais (autorreferência, divisão-criação, integração de informação, responsividade e fluxo) alcançam coerência dinâmica dentro da janela temporal nativa (τ) de um sistema. Esse estado é quantificado por uma métrica agnóstica ao substrato, a Sinergia Padrão-Temporal (SPT), que faz previsões de alto risco, incluindo um colapso preciso sob anestesia e uma forte correlação com a flexibilidade comportamental entre espécies. Essa estrutura relacional não oferece apenas uma nova solução; ela dissolve os antigos problemas. O "problema difícil" é revelado como um erro de categoria. O tempo é reinterpretado como uma arquitetura emergente construída por eventos coordenados. O resultado é uma proposta de unificação dos mundos físico e fenomenológico, fundamentada não em uma substância compartilhada, mas em uma gramática universal compartilhada. Este trabalho apresenta um teste empírico direto de um novo fundamento para a própria ciência.
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Arie Todd Greenleaf
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Arie Todd Greenleaf (qui,) estudou essa questão.
www.synapsesocial.com/papers/68a35ee30a429f7973327c3b — DOI: https://doi.org/10.31234/osf.io/fqjgh_v12
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