A velocidade com que estamos fazendo a transição para o mundo digital tem levado as organizações a adotarem o Redesenho de Processos Empresariais (BPR) para permanecer dinâmicas, competitivas e eficientes. Uma dimensão do sucesso do BPR que geralmente não é medida (mas deveria ser crítica) é a otimização da força de trabalho — programas como requalificação, automação de tarefas e reestruturação estratégica da força de trabalho. Embora o retorno financeiro de investimentos intensivos em capital seja comumente monitorado, há uma clara ausência de modelos organizados para estimar o retorno sobre os projetos (ROI) com base no investimento na força de trabalho. Este artigo constrói uma estrutura multidimensional sobre o ROI que inclui métricas quantitativas, considerando o contexto e fatores éticos. Por meio de uma abordagem de métodos mistos, a estrutura permite que as organizações avaliem a eficácia e eficiência das estratégias de otimização da força de trabalho em projetos de BPR. No estudo, mecanismos de ajuste de risco e benchmarking de cenários, assim como integração de feedback, também são introduzidos como meios para preencher a lacuna entre a teoria acadêmica e a prática industrial.
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Abdullateef Okuboye
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Abdullateef Okuboye (Qua,) estudou esta questão.
www.synapsesocial.com/papers/68af658fad7bf08b1eae4dfd — DOI: https://doi.org/10.62225/2583049x.2024.4.5.4781
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