A transformação digital remodelou fundamentalmente o mundo do trabalho, trazendo tanto oportunidades significativas quanto desafios psicológicos para os funcionários. A integração massiva de tecnologias digitais, desde inteligência artificial até conectividade ubíqua, deu origem a novas formas de estresse no ambiente de trabalho, como tecnostresse, sobrecarga cognitiva e presenteísmo digital. Esses desafios são intensificados pela "cultura do sempre ligado", que desfoca as fronteiras entre trabalho e vida pessoal, aumentando assim o risco de burnout, fadiga mental e queda na satisfação no trabalho. Este estudo tem como objetivo examinar abrangentemente os mecanismos psicológicos subjacentes à relação entre transformação digital e o bem-estar dos funcionários, identificando também estratégias organizacionais para mitigar seus impactos adversos. A pesquisa emprega um método de revisão bibliográfica analisando fontes acadêmicas recentes de 2020 a 2025, obtidas em bases de dados internacionais como Scopus, Web of Science e PsycINFO. Foi realizada análise temática para identificar padrões, temas e tendências emergentes relacionadas ao estresse no local de trabalho em contextos digitais. Os achados revelam que a digitalização aumenta as demandas de multitarefa, a incerteza no emprego e a redução da autonomia do empregado, minando, em última análise, o bem-estar psicológico. No entanto, o suporte organizacional, a literacia digital e políticas eficazes de equilíbrio trabalho–vida são demonstrados como capazes de reduzir esses encargos psicológicos. Este estudo enfatiza a importância de intervenções baseadas na psicologia, liderança digital orientada ao bem-estar e programas adaptativos de manejo do estresse que estejam alinhados às dinâmicas do trabalho digital. As implicações desta pesquisa são significativas para o desenvolvimento da teoria psicologia industrial–organizacional, assim como para as práticas de gestão de recursos humanos, particularmente na promoção de ambientes de trabalho mais saudáveis em meio à transformação digital contínua.
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Akbar et al. (Mon,) estudaram essa questão.
www.synapsesocial.com/papers/68bb421a2b87ece8dc9587c1 — DOI: https://doi.org/10.31004/riggs.v4i3.2493
Muhammad Akbar
Vina Varias
Tiara Dean Risa
RIGGS Journal of Artificial Intelligence and Digital Business
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