As tecnologias digitais transformaram a educação linguística global, oferecendo novas oportunidades para crianças e estudantes através de aplicativos móveis, plataformas online e ferramentas impulsionadas por IA. No entanto, juntamente com essas inovações, surgem riscos linguísticos críticos que podem prejudicar a competência comunicativa, a equidade e a diversidade linguística. Este artigo examina tais riscos por meio de uma revisão temática da literatura de estudos recentes em linguística aplicada, sociolinguística e pedagogia digital. Os resultados indicam que, embora as ferramentas digitais apoiem a aquisição de vocabulário, a motivação e a autonomia do aprendiz, muitas vezes falham em desenvolver habilidades produtivas e sócio-pragmáticas. Os riscos incluem a dependência excessiva de feedback automatizado, a exposição a informações imprecisas ou não padronizadas, a sobrecarga cognitiva proveniente de distrações, as inequidades decorrentes da divisão digital e a marginalização de línguas minoritárias em espaços digitais. A discussão enfatiza abordagens pedagógicas mistas, mediação do professor, investimento em infraestrutura e inclusão de diversas línguas como estratégias-chave para mitigar esses riscos. Ao navegar por esses desafios, as paisagens de aprendizagem de línguas digitais podem evoluir para ambientes mais eficazes, equitativos e culturalmente sustentáveis. Este estudo contribui com um quadro teoricamente fundamentado para entender e abordar riscos linguísticos na educação digital, oferecendo insights para educadores, formuladores de políticas e desenvolvedores que buscam alinhar inovação tecnológica com princípios linguísticos sólidos.
Building similarity graph...
Analyzing shared references across papers
Loading...
Zarifa Sadiqzade
Building similarity graph...
Analyzing shared references across papers
Loading...
Zarifa Sadiqzade (Sex,) estudou essa questão.
www.synapsesocial.com/papers/68c192579b7b07f3a0616f28 — DOI: https://doi.org/10.69760/portuni.0107010
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: