A articulação moderna dominante do trauma na filosofia prática e na prática filosófica, assim como nas diversas profissões de ajuda, retrata o trauma principalmente como uma experiência inibitória, com uma capacidade inerente de comprometer a qualidade de vida de alguém. Este artigo questiona tal cultura e interpretação do trauma. O autor aponta o papel funcional do trauma no desenvolvimento de uma socialidade saudável e a necessidade do trauma, especialmente do microtrauma, para qualquer mudança pessoal significativa. O artigo sugere maneiras pelas quais o trauma pode desempenhar um papel na aplicação prática do aconselhamento filosófico baseado em lógica modal, e destaca o status lógico do trauma na própria conceitualização da socialização e da socialidade em geral.
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Aleksandar Fatić
Theoria Beograd
Institut za filozofiju
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Aleksandar Fatić (Qua,) estudou esta questão.
www.synapsesocial.com/papers/68d44b2a31b076d99fa5460f — DOI: https://doi.org/10.2298/theo2503057f
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