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Este artigo é um dos poucos que examina como pessoas que vivenciaram tanto a COVID-19 quanto a AIDS compreendem essas pandemias em relação uma à outra. Os dados foram coletados em Uganda, e descobrimos que a epidemia de AIDS se mostrou um ponto de referência essencial para as pessoas explicarem por que a COVID-19 foi percebida como tão preocupante. Além disso, o estigma relacionado à AIDS foi uma moldura problemáticamente comum ao discutir a responsabilidade pela infecção por HIV versus SARS-CoV-2, e houve evidências de certo esquecimento quanto ao impacto que a AIDS teve no país. De forma mais positiva, o legado da AIDS tornou muitas pessoas mais atentas às desigualdades sociais ligadas aos riscos à saúde, e isso às vezes promoveu uma compreensão mais nuanceada dos efeitos socialmente variados da COVID-19. No geral, argumentamos que a forma como os indivíduos respondem a uma epidemia nova é moldada não apenas por suas compreensões das ameaças atuais, mas também por percepções duradouras de epidemias e pandemias que podem tê-la precedido.
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Robert Wyrod
Matthew Bravo
Culture Health & Sexuality
University of Colorado Boulder
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Wyrod et al. (Sat,) estudaram esta questão.
www.synapsesocial.com/papers/68e591fdb6db64358752d48b — DOI: https://doi.org/10.1080/13691058.2024.2401006