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Resumo A pesquisa sobre os benefícios de ambientes de vida verdes em ambientes urbanos ganhou atenção, mas comparações abrangentes entre as fases do ciclo de vida continuam escassas. Além disso, a importância dos espaços verdes no contexto de realocamentos residenciais tem sido pouco explorada. Este estudo aborda essa lacuna de pesquisa testando hipóteses derivadas de uma teoria geral da geração de bem‐estar e um modelo de migração em três etapas, usando dados de uma pesquisa populacional em duas ondas com 1856 respondentes selecionados aleatoriamente em duas grandes cidades alemãs. Os resultados mostram que espaços verdes privados, compartilhados e do bairro são relevantes no início dos processos de tomada de decisão sobre a realocação, quando os indivíduos formam suas intenções de mudança. Jardins privados desencorajam famílias a considerar e planejar a realocação, quintais verdes compartilhados têm um efeito semelhante em todos os subgrupos, e a satisfação com a disponibilidade de espaços verdes na vizinhança diminui a probabilidade de famílias e adultos mais velhos considerarem e planejarem realocações. Nosso estudo destaca a importância das avaliações subjetivas dos espaços verdes do bairro, que têm um impacto mais pronunciado na formação de intenções de realocação em comparação com dados geocodificados objetivos. Ao estimar o comportamento de realocação na segunda onda do estudo, parece que nem espaços verdes privados nem públicos parecem ter influência. Reconhecer a relevância dos espaços verdes em realocamentos residenciais requer considerar a natureza longitudinal do processo de tomada de decisão.
Dovbischuk et al. (qui,) estudaram esta questão.