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Resumo Na subseção “Gramática do Eros (A Linguagem do Amor)” na seção 2 do livro 2 de The Star of Redemption, o coração pulsante da obra, Franz Rosenzweig oferece um retrato peculiar do evento da revelação. O que é apresentado é uma dramatização do encontro entre o Deus amoroso e a alma humana amada, uma cena em desenvolvimento que consiste em uma série de declarações e experiências, muitas das quais parecem não justificadas. Por que Rosenzweig apresenta a revelação dessa maneira? Este artigo busca explicar as reviravoltas aparentemente arbitrárias na "trama" dramatizada pela qual Rosenzweig descreve a revelação, demonstrando que ela segue em suas características principais a compreensão protestante prevalente da revelação como englobando não apenas a autodescoberta divina, mas também a descoberta do pecado, confissão, perdão do pecado, reconciliação, conquista da individualidade e redenção, sendo estruturada segundo as diretivas do princípio fundamental luterano do “ao mesmo tempo pecador e justificado (Simul Justus et Peccator)”. Ao fazê-lo, evidencia a profunda inserção de Rosenzweig no discurso teológico protestante de sua época e mostra que The Star deve ser entendido à luz da teologia protestante contemporânea.
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Daniel M. Herskowitz
Harvard Theological Review
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Daniel M. Herskowitz (Mon,) estudou esta questão.
www.synapsesocial.com/papers/68e624b7b6db6435875b79ea — DOI: https://doi.org/10.1017/s0017816024000233
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