Este artigo explora a inteligência artificial (IA) como uma ferramenta transformadora de poder nas relações internacionais, remodelando as dimensões tradicionais do poder duro, brando, afiado e inteligente. A IA aprimora capacidades militares e econômicas, promove narrativas culturais, possibilita campanhas de desinformação e integra influência estratégica. Os EUA e a China lideram no aproveitamento da IA para a dominância geopolítica, enquanto a UE enfatiza a regulação ética, e nações do Sul Global como Índia e Arábia Saudita utilizam a IA para influência regional. O artigo destaca a natureza dual da IA como um “Jano de duas faces”, oferecendo oportunidades tanto para grandes potências quanto para atores menores, ao mesmo tempo que apresenta riscos de desestabilização e divisões tecnológicas. Através de estudos de caso, como a Operação “Rising Lion” de Israel, e análises das tendências globais em IA, o estudo ressalta o papel da IA na criação do poder cognitivo e na redefinição da liderança global. Conclui que a democratização do poder pela IA e seus desafios éticos demandam cooperação internacional para gerir seu impacto geopolítico.
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Olena Koppel
Олена Пархомчук
ACTUAL PROBLEMS OF INTERNATIONAL RELATIONS
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Koppel et al. (qua,) estudaram essa questão.
www.synapsesocial.com/papers/68ef858cc6a308ba06355520 — DOI: https://doi.org/10.17721/apmv.2025.164.1.4-11
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