Assim como os sistemas de energia, água e transporte, as redes sem fio são uma infraestrutura societal crucial. À medida que as interrupções naturais e induzidas pelo homem continuam a crescer, as redes sem fio devem ser resilientes a eventos imprevistos, capazes de resistir e se recuperar de condições adversas inesperadas, choques, distúrbios não modelados e falhas em cascata. Apesar de sua importância crítica, a resiliência continua sendo um conceito evasivo, com suas bases matemáticas ainda pouco desenvolvidas. Ao contrário da robustez e confiabilidade, a resiliência parte do fato de que interrupções inevitavelmente ocorrerão. A resiliência, em termos de elasticidade, foca na capacidade de retornar a estados favoráveis, enquanto a resiliência como plasticidade envolve agentes (ou redes) que podem expandir flexivelmente seus estados, hipóteses e cursos de ação, por meio de transformação via adaptação em tempo real e reconfiguração. Essa vigilância constante e conscientização situacional ao adaptar modelos de mundo e raciocinar contrafactualmente sobre potenciais falhas do sistema e as melhores respostas correspondentes é um aspecto central da resiliência. Este artigo busca primeiro definir a resiliência e diferenciá-la da confiabilidade e robustez, antes de aprofundar nas matemáticas da resiliência. Finalmente, o artigo conclui apresentando métricas nuançadas e discutindo trade-offs adaptados às características únicas da resiliência de redes.
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Mehdi Bennis
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Mehdi Bennis (Sun,) estudou esta questão.
www.synapsesocial.com/papers/68efa18f9d05deea71d13c9d — DOI: https://doi.org/10.48550/arxiv.2506.12795
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