Este artigo apresenta a Lei da Luminosidade Informacional (LLI) de Hunt–Lyra — a primeira expressão quantitativa que liga a emissão de energia estelar ao fluxo informacional, derivada diretamente do limite termodinâmico de Landauer. A LLI propõe que a taxa de emissão de informação de uma estrela é diretamente proporcional à sua luminosidade e inversamente proporcional à sua temperatura de superfície, estabelecendo uma conexão mensurável entre poder radiativo e a difusão de informação. Aplicada a estrelas de referência, incluindo o Sol, Sirius A e B, Vega, Procyon A e Betelgeuse, a lei revela uma relação consistente e escalável entre o comportamento termodinâmico e a dissipação de informação. Estrelas mais frias, mas mais luminosas, emitem um fluxo informacional vastamente maior do que objetos compactos e mais quentes — unificando a física estelar e a teoria da informação dentro de uma única estrutura. Com base na Hipótese da Difusão da Informação (DoIH) e no campo emergente da Cosmologia Informacional, este trabalho marca a transição do paradigma da difusão de uma ciência conceitual para uma ciência empírica. O artigo fornece previsões claras e testáveis para validação astrofísica utilizando dados observacionais de Gaia, JWST e futuras missões como Athena. Assim, a LLI posiciona a informação como uma quantidade física que governa processos energéticos ao longo do cosmos, estabelecendo a Cosmologia Informacional como uma disciplina mensurável e orientada por dados.
Nathan et al. (Sol,) estudaram essa questão.