Este artigo defende uma virada infraestrutural na comunicação humano-AI, centrada na materialidade da IA generativa. Argumentamos que uma compreensão detalhada das implicações éticas da IA generativa exige examinar as infraestruturas sociotécnicas que constituem esses sistemas. Essas infraestruturas englobam não apenas artefatos tecnológicos, mas também atores humanos (desenvolvedores, usuários, titulares de dados, etc.) e suas práticas, bem como contextos sociais no desenho, desenvolvimento, implementação e manutenção da IA. Portanto, propomos adotar uma abordagem baseada na teoria da prática, para analisar como as questões éticas se materializam dentro dessas infraestruturas. Essa perspectiva revela como as infraestruturas são espaços contestados em cadeias globais de produção, destacando a contingência das preocupações éticas na comunicação humano-AI e fornecendo uma base para imaginar futuros alternativos para e com IA generativa.
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Anne Mollen
Sigrid Kannengießer
Journal of International Crisis and Risk Communication Research
SHILAP Revista de lepidopterología
Human-Machine Communication
University of Münster
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Mollen et al. (Sat,) estudaram esta questão.
www.synapsesocial.com/papers/698584b78f7c464f230081bb — DOI: https://doi.org/10.30658/hmc.12.3
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