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Os tomadores de decisão equilibram sem esforço a necessidade de urgência com a necessidade de cautela. Explicações teóricas e neurofisiológicas têm justificado essa troca exclusivamente em termos da quantidade de evidências necessárias para desencadear uma decisão (o "limiar"). Essa explicação também tem sido usada como teste de referência para avaliar novos modelos de tomada de decisão, mas a própria explicação não foi cuidadosamente testada contra dados. Testamos rigorosamente a hipótese de que enfatizar a velocidade da decisão em vez da precisão influencia seletivamente apenas os limiares de decisão. Em dados de um novo experimento de discriminação de brilho, constatamos que enfatizar a velocidade da decisão sobre a precisão não apenas diminui a quantidade de evidências necessárias para uma decisão, mas também reduz a qualidade da informação acumulada durante o processo decisório. Este resultado foi consistente para 2 modelos líderes de tomada de decisão e em um teste sem modelo. Também encontramos os mesmos resultados baseados em modelo em dados arquivados de uma tarefa de decisão lexical (relatada por Wagenmakers, Ratcliff, Gomez e McKoon, 2008) e em novos dados de uma tarefa de memória de reconhecimento. Discutimos as implicações para o desenvolvimento teórico e aplicações.
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Babette Rae
Andrew Heathcote
Chris Donkin
Journal of Experimental Psychology Learning Memory and Cognition
UNSW Sydney
University of Newcastle Australia
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Rae et al. (Qua,) estudaram esta questão.
www.synapsesocial.com/papers/698c5f36cf5273e909337821 — DOI: https://doi.org/10.1037/a0036801
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