Este trabalho constitui a segunda parte de A Ontologia do Observador e avança o arcabouço ontológico estabelecido em seu predecessor ao abordar uma questão que a primeira parte colocou, mas não resolveu completamente: não o que é a C-coordenada, mas como ela opera. O argumento procede em quatro movimentos. O primeiro estabelece a necessidade funcional da C-coordenada, propondo que a consciência não é uma adição filosófica ao arcabouço teórico, mas o mecanismo estrutural sem o qual o modelo não pode explicar os fenômenos que pretende elucid.
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Alen Kaminski
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Alen Kaminski (Seg,) estudou esta questão.
www.synapsesocial.com/papers/699e919cf5123be5ed04f377 — DOI: https://doi.org/10.17613/7yzp5-atg45
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