Este artigo discute a gramática de dois reflexivos húngaros para argumentar que seu comportamento complexo e aparentemente inconsistente em diferentes construções de concordância pode ser adequadamente descrito na f-estrutura via a suposição de que esses anáforas apenas restringem as características do índice de seus antecedentes. O reflexivo primário não possui características de índice de f-estrutura próprias, e enquanto o reflexivo complexo possui, estas são não-idênticas ao conjunto de características de índice do antecedente. A proposta atual demonstra ser mais abrangente em cobertura do que as análises anteriores de LFG por Laczkó (2013) e Rákosi (2009). Trabalhos recentes em LFG enfatizam a necessidade de separar os aspectos de vinculação e concordância das dependências anáforas em s-estrutura e f-estrutura, respectivamente (veja Haug 2014 e Dalrymple et al. 2018), e este artigo fornece mais argumentos para essa abordagem.
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György Rákosi
University of Debrecen
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György Rákosi (Qui,) estudou esta questão.
www.synapsesocial.com/papers/69a75cdec6e9836116a261bc — DOI: https://doi.org/10.18148/lfg/2022.v27i.24