O aumento da desigualdade de renda levantou preocupações sobre seus efeitos na coesão social, porém a dimensão subjetiva da desigualdade e sua relação com a confiança permanecem pouco exploradas. Este artigo investiga como as atitudes em relação à desigualdade de renda se relacionam com a confiança generalizada e institucional entre classes de renda na Polônia, um país pós-socialista caracterizado por forte sentimento anti-desigualdade e baixos níveis de confiança. Usando dados do European Values Study (N = 1.352), aplicamos uma estrutura de estratificação econômica com cinco classes de renda, combinada com testes não paramétricos e regressão logística. Os resultados mostram que a aceitação da desigualdade aumenta com a renda, com os contrastes mais acentuados entre classes de baixa e alta renda, enquanto as camadas médias permanecem relativamente homogêneas. A confiança generalizada aumenta com a renda, enquanto a confiança institucional segue padrões mais complexos e não lineares. Crucialmente, os vínculos entre confiança e atitudes em relação à desigualdade são específicos por classe: a confiança generalizada em estranhos legitima a desigualdade de modo geral, enquanto a confiança generalizada em parentes apresenta efeitos divergentes entre grupos de renda média baixa e média alta.
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Małgorzata Szczepaniak
Katarzyna Bentkowska
SHILAP Revista de lepidopterología
Economics and Business Review/The Poznań University of Economics Review
Nicolaus Copernicus University
SGH Warsaw School of Economics
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Szczepaniak et al. (Ter,) estudaram esta questão.
www.synapsesocial.com/papers/69a75deec6e9836116a283de — DOI: https://doi.org/10.18559/ebr.2025.4.2563