Este artigo estabelece a origem da vida não como um acidente químico, mas como uma transição informacional crítica dentro do quadro TAGC–LQG–RG. Propõe-se que a vida constitua uma segunda âncora ontológica, emergindo quando um sistema físico atravessa um limite crítico universal ₋₈₅₄ 3. 1. Neste limite, a exclusão de informações funcionais torna-se fisicamente incompatível com a viabilidade do sistema. A derivação define uma hierarquia estrita: com o fundo do espaço-tempo emergente (c 2. 04), a vida atua como uma quebra de simetria adicional (₁₈₎ 1. 04) que instila memória irreversível e uma flecha do tempo local reforçada. Metodologicamente apoiado pela análise de grupo de renormalização, pela estabilidade espectral do Hessiano informacional e pelo princípio de Landauer, o trabalho segue uma estrutura lakatosiana que distingue um núcleo teórico rígido de cenários biológicos auxiliares. O quadro gera previsões passíveis de falsificação sobre vida não química e dissipação mínima de energia. Em última análise, esta síntese unifica biologia, física e cosmologia sob uma ontologia reduzida, demonstrando que a vida é uma fase inevitável do universo impulsionada pelo colapso irreversível de informações críticas.
Avelino Carlos Diaz (Fri,) estudou esta questão.