O efeito da frequência de julgamento é um caso especial do efeito do Modo de Resposta na covariação humana e na aprendizagem causal. O ajuste do julgamento -para DP-, depende do tipo de teste que precede aquele julgamento, mas esse efeito é restrito a situações em que os participantes são solicitados a fazer seus julgamentos com alta frequência. Dois experimentos demonstraram ainda mais a confiabilidade e a generalidade desse efeito em tarefas de aprendizagem causal positiva e negativa. O Experimento 1 gerou efeitos de frequência de julgamento semelhantes com uma contingência positiva mais alta (DP= 0.71) e um tamanho de bloco maior (n=16) do que em estudos anteriores. O Experimento 2 mostrou que a frequência de julgamento também modula a detecção de contingências negativas (DP= -0.5), na medida em que a precisão do julgamento se mostrou uma função do tipo de teste que precedia aquele julgamento no grupo de alta frequência. Modelos associativos e estatísticos de aprendizagem de covariação não conseguem facilmente explicar esses resultados sem incorporar suposições relevantes post-hoc. Essas descobertas adicionam novas evidências ao crescente corpo de dados mostrando que a aprendizagem causal humana depende da ação de vários mecanismos, conforme proposto pelo Modelo de Revisão de Crenças.
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José César Perales López
Antonio Maldonado López
Andrés Catena Martínez
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López et al. (Qui,) estudaram essa questão.