Neste artigo, exploramos a tendência social e política geral hoje em dia de codificar e digitalizar o trabalho, a produção e a vida vivida na maior extensão possível. Estudamos isso focando no trabalho nas universidades, onde as mulheres tendem a cuidar da maioria dos deveres coletivos, relacionais e responsivos relacionados à produção do conhecimento, educação e à comunidade de trabalho. Perguntamos, o que acontece com gênero, trabalho e conhecimento no processo em que o capitalismo acadêmico decodifica os parâmetros pelos quais as três últimas noções são avaliadas?
Veijola et al. (Mon,) estudaram essa questão.