Este artigo apresenta um estudo autoetnográfico sobre a interação sustentada com grandes modelos de linguagem (LLMs) durante um período de alta pressão pessoal e acadêmica. O caso documenta como um processo de externalização interativa, inicialmente não estruturado, evoluiu para uma reorganização funcional que possibilitou a restauração da agência funcional e manteve a continuidade acadêmica sob condições de deriva funcional. Sugere que a interação conversacional com um sistema generativo pode operar como um acelerador contingente da estabilização cognitiva, facilitando a interrupção da ruminação, a estruturação progressiva do pensamento e a consolidação da agência. A resiliência observada não é atribuída causalmente à ferramenta tecnológica, mas interpretada como uma característica pré-existente do indivíduo, catalisada e organizada por meio de feedback linguístico estruturado. O estudo não pretende generalização clínica, nem propõe tais sistemas como substitutos do suporte profissional, mas busca fornecer uma descrição fenomenológica de um processo emergente no contexto contemporâneo da interação humano-IA. O experimento permanece aberto; a escrita e o diálogo reflexivo são partes constitutivas do fenômeno analisado.
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Héctor Daniel Aguila Vargas
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Héctor Daniel Aguila Vargas (Ter,) estudou essa questão.
www.synapsesocial.com/papers/69a91e12d6127c7a504c1aaf — DOI: https://doi.org/10.5281/zenodo.18845510
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