O presente artigo interpreta a mecânica quântica dentro do referencial ontológico da Teoria da Consciência. A Teoria postula a consciência como a única realidade ontológica, formalmente descrita como um espaço topológico, e deriva todos os fenômenos físicos como manifestações do conhecimento local do observador. Dentro deste referencial, os cinco principais fenômenos da mecânica quântica — superposição, colapso da função de onda, princípio da incerteza, quantização e entrelaçamento — mostram-se necessariamente decorrentes da cadeia ontológica axiomática da consciência sem introdução de novos postulados. A indeterminação quântica é reinterpretada não como uma propriedade fundamental da matéria, mas como uma limitação estrutural do conhecimento local do observador. A constante de Planck é identificada com a mudança mínima resolvível da estrutura do conhecimento do observador quântico. Os paradoxos conceituais da mecânica quântica — o problema da medição, não-localidade e a natureza probabilística dos resultados — dissolvem-se uma vez que a consciência é restaurada como fundamento ontológico.
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Oleksandr Savinykh
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Oleksandr Savinykh (Sun,) estudou esta questão.
www.synapsesocial.com/papers/69af951a70916d39fea4c537 — DOI: https://doi.org/10.5281/zenodo.18909270
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