O problema da constante cosmológica — a discrepância de ~10¹²¹ entre a energia do vácuo na teoria quântica de campos e a densidade observada da energia escura — permanece um dos enigmas mais profundos da física teórica. Proponho que essa discrepância pode ser entendida por meio de uma cadeia de três postulados fisicamente motivados. Primeiro, o limite covariante de entropia no volume de Hubble define o número de graus de liberdade independentes acessíveis à observação. Segundo, um mínimo de Ncrit = 2 estados distinguíveis (um bit) é necessário para qualquer medição quântica não degenerada, estabelecendo um custo irreduzível de apagamento de Landauer por grau de liberdade holográfico. Terceiro, a radiação de Unruh associada ao corte ultravioleta na escala Planck consiste em quanta sem massa que obedecem à termodinâmica da radiação (γ = 4/3), de modo que o custo do apagamento é a entalpia da radiação em vez do mínimo térmico não relativístico. Juntos, esses elementos resultam em ρ_Λ = 4ℏc ln2 / (3π² ℓP² RH²), fornecendo 6.016 × 10⁻¹⁰ J/m³ contra a medição Planck 2018 de 5.96 × 10⁻¹⁰ J/m³ — concordância de 0,94%. Uma vez adotados os três postulados, o modelo não contém nenhum parâmetro adimensional ajustado. O H₀ previsto é 67,08 km/s/Mpc, consistente com as medições do CMB (0,6σ do Planck 2018) e apresenta uma tensão de 5,7σ com o valor da escada de distâncias SH0ES.
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FELIPE DIAS
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FELIPE DIAS (Sáb,) estudou esta questão.
www.synapsesocial.com/papers/69af956970916d39fea4ceb3 — DOI: https://doi.org/10.5281/zenodo.18905696
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