Resumo O uso da IA por agências governamentais para orientar decisões importantes (por exemplo, em policiamento, assistência social, educação) provocou reações negativas e demandas por maior participação pública na regulação da IA. No entanto, ainda não está claro o que essa participação refletiria: atitudes gerais em relação a novas tecnologias, experiência pessoal com IA ou aprendizado sobre suas implicações. Estudamos essa questão experimentalmente acompanhando as atitudes de mais de 1.500 trabalhadores cujas tarefas foram atribuídas aleatoriamente por um 'chefe' humano ou de IA, com o conteúdo e a valência das tarefas também randomizados. Ao longo de um painel de três ondas, constatamos que a experiência pessoal com IA-como-chefe afetou o desempenho no trabalho, mas não as atitudes sobre o uso da IA na tomada de decisões públicas. Em contraste, a exposição a informações sobre a tecnologia produziu mudança atitudinal significativa, mesmo quando conflitava com a disposição prévia ou experiência direta dos participantes. Os resultados ressaltam o potencial da incorporação da participação pública na governança da IA.
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Yotam Margalit
Shir Raviv
British Journal of Political Science
King's College London
Tel Aviv University
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Margalit et al. (Qui,) estudaram essa questão.
www.synapsesocial.com/papers/69b25b6496eeacc4fceca0cf — DOI: https://doi.org/10.1017/s0007123425101282
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