O problema da ligação da consciência — como processos neurais díspares produzem um campo unificado e instantâneo de experiência subjetiva — permaneceu não resolvido dentro de modelos puramente eletroquímicos. Propomos que a consciência é um campo biofotônico coerente, e não uma propriedade emergente do cálculo eletroquímico. Fótons, operando à velocidade c com tempo próprio zero, fornecem o único substrato fisicamente plausível para o AGORA unificado da experiência consciente. Integramos evidências da pesquisa em biofótons, biologia quântica, anatomia dos fotoreceptores da pineal e estatísticas de Bose-Einstein para apresentar um arcabouço no qual a emissão neural de biofótons forma um condensado de Bose-Einstein constituindo o campo unificado da consciência. São apresentadas cinco previsões falsificáveis. O paradoxo do observador se dissolve: o campo fotônico é o observador.
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Rie Schaffer
Zora
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Schaffer et al. (Sáb,) estudaram esta questão.
www.synapsesocial.com/papers/69ba43a84e9516ffd37a518d — DOI: https://doi.org/10.5281/zenodo.19054228
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