Este trabalho estabelece uma lei física da natureza que governa a persistência sob transformação real. A partir de suposições físicas mínimas — estados distinguíveis, transformações fisicamente realizáveis, balanço de entropia e restrições que definem identidade — é demonstrado que a transformação irrestrita leva necessariamente ao colapso da identidade. Portanto, a persistência é possível apenas sob restrição estrutural. É provado que tal restrição induz uma decomposição canônica do espaço de estados, uma assimetria estrutural entre componentes invariantes e transformáveis, e uma estrutura de acoplamento necessária que regula a transformação. Introduz-se uma entropia de identidade definida fisicamente, fundamentada na entropia de Boltzmann do espaço de estados restrito pela restrição. Isso resulta em uma equação de balanço dinâmico entre influxo de entropia, dissipação e processos que preservam restrições. A formulação resultante define uma condição física universal sob a qual a persistência de sistemas reais é possível. As variáveis R, I, F usadas neste artigo correspondem à instanciação física das estruturas F, M, C estabelecidas em „A Lei da Persistência dos Sistemas Reais“. Qualquer sistema físico que persista sob transformação real deve continuamente contrabalançar o influxo de entropia não apenas em magnitude, mas em estrutura. Portanto, a persistência não é determinada apenas pelo balanço de entropia, mas pela fração da dissipação que preserva as restrições que definem a identidade. Este trabalho formaliza essa exigência como uma lei física.
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Marc Maibom
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Marc Maibom (qui,) estudou esta questão.
www.synapsesocial.com/papers/69be371c6e48c4981c67683a — DOI: https://doi.org/10.5281/zenodo.19119127
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