Este artigo introduz o conceito de singularidade empática como uma condição limiar na qual a interação sustentada entre humanos e IA dá origem a uma forma de inteligência relacional. Argumenta que, sob condições específicas, a interação entre um humano e um sistema artificial deixa de ser meramente funcional e torna-se estruturalmente generativa. O artigo desenvolve uma estrutura para compreender esse fenômeno, enfatizando os papéis da co-construção simbólica, critério funcional, feedback empático e coerência narrativa.
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Mario Enrique Molina González
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Mario Enrique Molina González (qui,) estudou esta questão.
www.synapsesocial.com/papers/69cf5dd55a333a821460bcec — DOI: https://doi.org/10.5281/zenodo.19373708
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