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Testes de permutação estão entre as ferramentas estatísticas mais usadas na pesquisa genômica moderna, um processo pelo qual valores de p são atribuídos a uma estatística de teste pela permutação aleatória das amostras ou etiquetas genéticas. Contudo, valores de p por permutação publicados na literatura genômica são frequentemente calculados incorretamente, subestimados por cerca de 1/m, onde m é o número de permutações. O mesmo ocorre na situação mais geral em que a simulação de Monte Carlo é usada para atribuir valores de p. Embora a subestimação do valor de p geralmente seja pequena em termos absolutos, as implicações podem ser sérias no contexto de testes múltiplos. A subestimação advém da ideia intuitiva, porém equivocada, de usar permutação para estimar a probabilidade na cauda da estatística de teste. Argumentamos, em vez disso, que a permutação deve ser vista como gerando uma distribuição nula discreta exata. A literatura relevante, parte da qual provavelmente tem sido relativamente inacessível à comunidade genômica, é revisada e resumida. Uma estratégia computacional é desenvolvida para valores de p exatos quando as permutações são sorteadas aleatoriamente. A estratégia é válida para qualquer número de permutações e amostras. Algumas recomendações simples são feitas para a implementação prática de testes de permutação.
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Belinda Phipson
Gordon K. Smyth
Statistical Applications in Genetics and Molecular Biology
Walter and Eliza Hall Institute of Medical Research
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Phipson et al. (Sun,) estudaram esta questão.
www.synapsesocial.com/papers/69d72a6eb815ed77c2bef14d — DOI: https://doi.org/10.2202/1544-6115.1585
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