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Há muito tempo existe interesse em descrever a experiência emocional em termos de dimensões subjacentes, mas tradicionalmente apenas duas dimensões, agradabilidade e excitação, foram encontradas de forma confiável. As razões para esses achados são revisadas, e integrando essa revisão com duas teorias recentes das emoções (Roseman, 1984; Scherer, 1982), propomos oito dimensões de avaliação cognitiva para diferenciar a experiência emocional. Em uma investigação desse modelo, os sujeitos recordaram experiências passadas associadas a cada uma das 15 emoções, e as avaliaram segundo as dimensões propostas. Seis dimensões ortogonais, agradabilidade, esforço antecipado, certeza, atividade atencional, responsabilidade/controle próprio-outro, e controle situacional, foram identificadas, e as emoções variaram sistematicamente ao longo de cada uma dessas dimensões, indicando uma forte relação entre a avaliação das próprias circunstâncias e o estado emocional de um indivíduo. Os padrões de avaliação para as diferentes emoções, e o papel de cada uma das dimensões na diferenciação da experiência emocional são discutidos.
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Craig A. Smith
Phoebe C. Ellsworth
Journal of Personality and Social Psychology
Stanford University
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Smith et al. (Tue,) estudaram esta questão.
www.synapsesocial.com/papers/69d77507db9d5e1bf4b8ab09 — DOI: https://doi.org/10.1037/0022-3514.48.4.813
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