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Este artigo desenvolve a teoria da distribuição assintótica para regressão com variáveis instrumentais quando a correlação parcial entre os instrumentos e uma única variável endógena incluída é fraca, aqui modelada como local a zero. Representações assintóticas são fornecidas para várias estatísticas de variáveis instrumentais, incluindo os estimadores de mínimos quadrados em dois estágios (TSLS) e máxima verossimilhança de informação limitada (LIML) e seus estatísticos t. As distribuições assintóticas mostram boas aproximações às distribuições amostrais com apenas 20 observações por instrumento. Mesmo em grandes amostras, o TSLS pode apresentar um viés considerável, mas o LIML é, em muitos casos, aproximadamente mediana não enviesada. A teoria sugere diretrizes quantitativas concretas para trabalhos aplicados. Essas diretrizes ajudam a interpretar as estimativas de Angrist e Krueger (1991) sobre os retornos à educação: enquanto as estimativas TSLS com muitos instrumentos se aproximam da estimativa OLS de 6%, as estimativas mais confiáveis LIML e TSLS com menos instrumentos ficam entre 8% e 10%, com um intervalo de confiança típico de (6%, 14%).
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Douglas O. Staiger
James H. Stock
Econometrica
Harvard University
National Bureau of Economic Research
Dartmouth College
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Staiger et al. (qui,) estudaram essa questão.
www.synapsesocial.com/papers/69d78bb0b843b2be9949033e — DOI: https://doi.org/10.2307/2171753