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Eu examino a natureza das relações entre humanos e robôs de estimação que parecem envolver respostas afetivas genuínas por parte dos humanos em relação a entidades, como robôs de estimação, que, à primeira vista, não parecem merecer essas respostas. Tais relações frequentemente foram consideradas como envolvendo certo grau de sentimentalismo, cuja moralidade tem sido objeto de atenção crítica (Sparrow em Ethics Inf Technol 78:346–359, 2002; Blackford em Ethics Inf Technol 14:41–51, 2012). Neste artigo, eu refuto a alegação de que o sentimentalismo esteja envolvido nesse tipo de relação. Meu desafio se baseia na literatura da filosofia da arte e da ciência cognitiva, que tenta resolver o chamado paradoxo das emoções fictícias, isto é, a forma aparentemente paradoxal com que respondemos emocionalmente a personagens e eventos ficcionais ou imaginários. Se o sentimentalismo não fosse o problema, sua imoralidade tampouco o seria. Contudo, para fins de argumentação, assumo na parte restante do artigo que o sentimentalismo está de fato em jogo e trago à tona aspectos de sua má qualidade ou víciosidade que ainda não foram discutidos em conexão com robôs de estimação. Concluo que nem mesmo esses aspectos do sentimentalismo são pertinentes aqui. Ainda assim, argumento que existem outras razões para estarmos preocupados com o uso disseminado da tecnologia de companhia ersatz, que têm a ver com a potencial perda de formas valiosas e auto-definidoras de vida.
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Raffaele Rodogno
Ethics and Information Technology
Aarhus University
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Raffaele Rodogno (Qua,) estudou esta questão.
www.synapsesocial.com/papers/69d84cdf5c3030ff03d19bf9 — DOI: https://doi.org/10.1007/s10676-015-9371-z
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