Modelos baseados em agentes (ABMs) são fundamentais para projetar e responder a surtos de doenças infecciosas, porém a eficácia das intervenções de saúde depende fortemente da adesão individual, destacando a importância de representar com precisão o comportamento humano. Embora alguns ABMs tenham incorporado comportamentos, faltavam diretrizes claras para aproveitar a vasta literatura sobre teorias comportamentais. Este estudo aborda esse desafio propondo um quadro de modelagem que integra teorias comportamentais clássicas e seus constructos psicológicos, fundamentando-se em definições e categorizações bem estabelecidas das ciências sociais para orientar a operacionalização. Apresentamos abordagens de modelagem novas e existentes para representar esses constructos e suas interações com o ambiente e o comportamento. Além disso, discutimos métodos para determinar a probabilidade de um agente adotar um comportamento e como dados empíricos podem ser usados para calibração e validação. Para ilustrar a aplicação do quadro a comportamentos específicos da doença, fornecemos um exemplo de modelagem. Em última análise, o quadro proposto oferece um roteiro para modeladores computacionais incorporarem comportamentos cientificamente fundamentados no design e avaliação de modelos de simulação e intervenções.
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Sebastian A. Rodriguez-Cartes
Maria Mayorga
Julie Swann
ACM Transactions on Modeling and Computer Simulation
University of North Carolina at Chapel Hill
North Carolina State University
University of Concepción
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Rodriguez-Cartes et al. (Ter,) estudaram esta questão.
www.synapsesocial.com/papers/69d895206c1944d70ce06262 — DOI: https://doi.org/10.1145/3807512
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