Esta apresentação oferece uma reflexão acadêmica sobre o papel da evidência e da preparação na política de drogas, com foco em como o conhecimento científico é interpretado, comunicado e integrado aos processos de tomada de decisão. Ela examina a relação entre dados, inferência e viés cognitivo, enfatizando que os dados só adquirem significado por meio da interpretação científica e que o viés deve ser gerenciado ativamente nos contextos de pesquisa e política. A apresentação destaca o papel da academia como intermediária entre o estado e a cidadania, contribuindo para a legitimidade e autoridade na tomada de decisões públicas. Por meio de estudos de caso, como a aplicação de glifosato na Colômbia e a crise dos opioides, ilustra como a má interpretação da evidência científica pode moldar o discurso público e os resultados das políticas. A análise enfatiza a importância da alfabetização científica institucional e da comunicação científica eficaz na redução das lacunas entre as partes interessadas. A apresentação conclui enfatizando a necessidade de rigor metodológico nos debates públicos, reconhecendo a natureza probabilística da evidência científica e seus limites na abordagem de fenômenos sociais complexos.
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David Bruna
Andrés M. Pérez-Acosta
Universidad del Rosario
European Institute for Multidisciplinary Studies on Human Rights and Science - Knowmad Institut
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Bruna et al. (Terç,) estudaram esta questão.
www.synapsesocial.com/papers/69d895486c1944d70ce06345 — DOI: https://doi.org/10.5281/zenodo.19451049