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A necessidade de uma ciência ecológica sólida aumentou juntamente com a ascensão da era da informação e dos “big data” em todos os setores da sociedade. Big data geralmente se refere a volumes enormes de dados que não são facilmente manejados pelas ferramentas e práticas comuns, e apresentam oportunidades inéditas para avançar a ciência e informar a gestão de recursos por meio de abordagens intensivas em dados. A era dos big data não precisa ser impulsionada apenas pela “big science” – o termo usado para descrever esforços em larga escala que tiveram sucesso misto na cultura individualista da ecologia. Coletivamente, os ecologistas já dispõem de big data para fortalecer o esforço científico – um grande volume de informações distribuídas e de alto valor – mas muitos simplesmente deixam de contribuir. Encorajamos os ecologistas a se juntarem à comunidade científica mais ampla em iniciativas globais para abordar grandes problemas científicos e sociais, trazendo seus dados distribuídos à mesa e aproveitando seu poder coletivo. Os cientistas que contribuírem com tais informações estarão na vanguarda da ciência socialmente relevante – mas serão eles ecologistas?
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Stephanie E. Hampton
Carly Strasser
Joshua J. Tewksbury
Frontiers in Ecology and the Environment
University of Washington
University of Michigan
University of California, Santa Barbara
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Hampton et al. (Ter,) estudaram esta questão.
www.synapsesocial.com/papers/69d8ca0db0225cae72bedaa6 — DOI: https://doi.org/10.1890/120103
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