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O uso do HADS-A para fins de triagem com um ponto de corte ≥ 8 em uma coorte exemplar de 1000 indivíduos com prevalência de TAA de 17% resultaria em 675 indivíduos testando negativo, dos quais 44 seriam falsos negativos, enquanto 325 testariam positivo. Destes, 199 seriam falsos positivos, potencialmente sobrecarregando os recursos de saúde disponíveis. No entanto, é necessária cautela na interpretação dos achados da revisão, pois a força da evidência foi limitada pelo risco de viés, preocupações quanto à aplicabilidade e heterogeneidade substancial e inexplicada. O uso de estimativas derivadas de populações clínicas nas quais o HADS-A é aplicado seria uma abordagem razoável. Contudo, a subdivisão por população clínica é atualmente inviável devido ao número limitado de estudos por categoria populacional. Isso representa uma área para investigação futura. A heterogeneidade inexplicada torna desafiador prever de forma confiável os resultados de estudos futuros. Dadas essas limitações, o uso universal do HADS-A com ponto de corte ≥ 8 para triagem em diferentes contextos e populações é atualmente questionável.
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Alexey Fomenko
Daniel Dümmler
Zekeriya Aktürk
Cochrane library
University of Bristol
Technical University of Munich
Universität Hamburg
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Fomenko et al. (Qua,) estudaram essa questão.
www.synapsesocial.com/papers/69dada8f1e19c8ae0883598b — DOI: https://doi.org/10.1002/14651858.cd015456
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