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Novas tecnologias de síntese de mídia estão avançando rapidamente e se tornando mais acessíveis, permitindo que usuários criem clipes de vídeo e áudio (ou seja, deepfakes) de indivíduos fazendo e dizendo coisas que nunca fizeram ou disseram. Os deepfakes têm implicações significativas para a integridade de muitos domínios sociais, incluindo o das eleições. Focando na eleição presidencial dos EUA em 2020 e utilizando uma abordagem antecipatória, este artigo examina as questões éticas levantadas pelos deepfakes e discute estratégias para enfrentá-las. Oito cenários hipotéticos são desenvolvidos e usados como base para esta análise, que identifica danos aos eleitores que assistem deepfakes, candidatos e campanhas que são alvos dos deepfakes, além de ameaças à integridade eleitoral. Quatro potenciais formas de intervenção são discutidas em relação à responsabilidade de múltiplas partes interessadas para abordar esses danos, incluindo educação e letramento midiático, defesa dos alvos, verificação e moderação da publicidade.
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Nicholas Diakopoulos
Deborah Johnson
New Media & Society
Northwestern University
University of Virginia
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Diakopoulos et al. (Sex,) estudaram essa questão.
www.synapsesocial.com/papers/69dcc77089c4deb67d359d4d — DOI: https://doi.org/10.1177/1461444820925811
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