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Em grande parte da literatura sobre economia política, presume-se que governos sociais-democratas defendem os interesses do trabalho. O foco principal deste artigo é que o trabalho está dividido entre aqueles com emprego seguro (insiders) e aqueles sem (outsiders). Argumento que os objetivos dos partidos sociais-democratas são frequentemente melhor atendidos ao perseguir políticas que beneficiam os insiders enquanto ignoram os interesses dos outsiders. Analiso dados do Eurobarômetro e dados macroeconômicos anuais de 16 países da OCDE de 1973 a 1995. Exploro a questão de saber se as estratégias prevalentes na era dourada da social-democracia foram negligenciadas e se os partidos de esquerda abandonaram o objetivo de fornecer igualdade e segurança aos setores mais vulneráveis do mercado de trabalho. Combinando pesquisas sobre economia política, instituições e comportamento político, minha análise demonstra que a política insider–outsider é fundamental para uma explicação mais completa do partidismo governamental, formulação de políticas e social-democracia desde a década de 1970.
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David Rueda
American Political Science Review
University of Oxford
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David Rueda (Terça,) estudou esta questão.
www.synapsesocial.com/papers/69de6adda051b8e25be93fdb — DOI: https://doi.org/10.1017/s000305540505149x
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