Resumo A pesquisa no Norte Global tradicionalmente tratou o trauma como uma condição patológica individual que necessita de intervenção médica. Contudo, comunidades do Sul Global como o Sri Lanka abordam o trauma de forma diferente. Como toda a comunidade viveu séculos de colonização e décadas de guerra civil, o trauma é coletivo. Por essa razão, a comunidade desenvolveu práticas cotidianas para um ambiente de apoio. Essas práticas culturais e relacionais patrocinadas pela comunidade não patologizam o trauma. Os sobreviventes são tratados como exibindo formas de neurodiversidade que trazem suas próprias forças, como resiliência, paciência e dependência. Sua comunicação não é tratada como fragmentada e incoerente, mas como significativa quando outros co-construem significados com eles, adotando recursos semióticos diversificados e indo além de suposições normativas. Professores de inglês adotaram estratégias pedagógicas influenciadas por tais orientações relacionais. Este artigo discute as estratégias intuitivas que educadores e estudantes do Norte do Sri Lanka adotaram desde a guerra civil.
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Suresh Canagarajah
Canista Arthie Hensman
ELT Journal
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Canagarajah et al. (Sex,) estudaram essa questão.
www.synapsesocial.com/papers/69df2ae6e4eeef8a2a6afd03 — DOI: https://doi.org/10.1093/elt/ccag013
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