Resumo Como as tomadas de poder domésticas influenciam a diplomacia internacional em uma era de competição entre grandes potências? Este artigo teoriza por que líderes que concentram o poder ao enfraquecer os freios e contrapesos — como a extensão dos limites de mandato, a minação dos tribunais ou a marginalização de rivais — são mais propensos a buscar um engajamento diplomático de alto nível com a China. Argumentamos que esses líderes buscam legitimidade externa, recursos econômicos e alinhamento estratégico para estabilizar seu governo, e que as visitas diplomáticas chinesas de alto nível oferecem um meio para alcançar esses objetivos. Aproveitando dados sobre tomadas de poder incumbentes e visitas oficiais de presidente e premier chineses de 1998 a 2020, constatamos que países que experimentam tais tomadas são significativamente mais prováveis de receber visitas chinesas de alto nível. Esse efeito é mais forte para visitas presidenciais, que sinalizam um endosso diplomático mais profundo, e permanece robusto em múltiplas especificações de modelos. Os achados demonstram como mudanças políticas domésticas remodelam os alinhamentos diplomáticos globais e contribuem para a pesquisa emergente sobre consolidação autoritária e a estratégia internacional da China.
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Rui Cao
Shane Hsuan-Yu Lin
Foreign Policy Analysis
Chinese University of Hong Kong, Shenzhen
Institute of Political Science, Academia Sinica
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Cao et al. (Sex,) estudaram essa questão.
www.synapsesocial.com/papers/69df2bece4eeef8a2a6b0d03 — DOI: https://doi.org/10.1093/fpa/orag005
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