Este artigo introduz uma estrutura estrutural para compreender a persistência em sistemas distribuídos. Em vez de tratar a retenção como uma função gerencial ou operacional, ela é formulada como um regime que suprime a fragmentação e possibilita a continuidade do estado. O trabalho define o conceito de sistema retentivo (sistema R) e distingue entre modos difusivos e não difusivos de organização. São propostas condições de contorno para a transição de regime, juntamente com proxies operacionais que permitem a diferenciação empírica. A contribuição é ontológica, e não prescritiva: identifica uma classe de comportamento do sistema em que a persistência estrutural substitui o fluxo transitório como o princípio organizador dominante.
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Logacheva Yulia
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Logacheva Yulia (Sex,) estudou esta questão.
www.synapsesocial.com/papers/69edadd94a46254e215b5710 — DOI: https://doi.org/10.5281/zenodo.19720023
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