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A Inteligência Artificial (IA) parece estar fazendo avanços importantes na previsão e diagnóstico de transtornos mentais. Pesquisadores utilizaram características visuais, acústicas, verbais e fisiológicas para treinar modelos com o objetivo de prever ou auxiliar no diagnóstico, com algum sucesso. Contudo, tais sistemas raramente são aplicados na prática clínica, principalmente devido aos muitos desafios atualmente existentes. Primeiro, transtornos mentais como a depressão são altamente subjetivos, com sintomas complexos, diferenças individuais e fortes vínculos socioculturais, o que significa que seu diagnóstico requer consideração abrangente. Segundo, há muitos problemas com as amostras atuais, como artificialidade, baixa validade ecológica, tamanho pequeno da amostra e simplificação obrigatória das categorias. Além disso, as anotações podem ser demasiado subjetivas para satisfazer os requisitos de clínicos profissionais. Ademais, a informação multimodal não resolve os desafios atuais, e as variações dentro dos grupos são maiores que as características entre grupos, o que também impõe desafios significativos para o reconhecimento. Em conclusão, a IA atual ainda está longe de reconhecer eficazmente transtornos mentais e não pode substituir os diagnósticos dos clínicos num futuro próximo. O verdadeiro desafio para o diagnóstico de transtornos mentais baseado em IA não é técnico, tampouco exclusivamente relacionado aos dados, mas sim ao nosso entendimento global sobre transtornos mentais em geral.
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Wen‐Jing Yan
Qian-Nan Ruan
Ke Jiang
Diagnostics
Wenzhou Medical University
Wenzhou City People's Hospital
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Yan et al. (Tue,) estudaram esta questão.
www.synapsesocial.com/papers/6a08eb63afc616802fe4b8aa — DOI: https://doi.org/10.3390/diagnostics13010002
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