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Resumo Neste artigo, fornecemos um contraponto às visões convencionais sobre revisões integrativas no desenvolvimento do conhecimento, como exemplificado por Elsbach e Van Knippenberg (2020). Primeiro, criticamos a proposta deles de revisão integrativa ao identificar e problematizar várias suposições-chave subjacentes, particularmente a ideia de que a revisão integrativa pode simplesmente se basear em estudos existentes e levar ao conhecimento. Em segundo lugar, com base nessa crítica, propomos como alternativa a revisão problematizadora, que é baseada nos seguintes quatro princípios fundamentais: o ideal da reflexividade, ler de forma mais ampla, mas seletiva, não acumular, mas problematizar, e o conceito de que 'menos é mais'. Em contraste com a revisão integrativa, que considera as revisões como um 'exercício de construção', a revisão problematizadora considera as revisões como um 'exercício de abertura' que permite aos pesquisadores imaginar como repensar a literatura existente de maneiras que gerem novas e 'melhores' formas de pensar sobre fenômenos específicos.
Alvesson et al. (Mon,) estudaram essa questão.