A teoria arquetípica, enraizada na psicologia de Carl Jung e ampliada pela crítica literária de Northrop Frye, examina figuras universais e padrões narrativos que se repetem na literatura. Aplicada à escrita feminina, a crítica arquetípica revela como personagens femininas são enquadradas dentro de roteiros culturais como a mãe, a filha, a deusa e a buscadora. Difficult Daughters, de Manju Kapur, e The Thousand Faces of Night, de Githa Hariharan, engajam-se profundamente com esses arquétipos, retratando mulheres que buscam autonomia enquanto são constrangidas por estruturas patriarcais. Este artigo aplica a teoria arquetípica a esses romances para explorar como suas protagonistas femininas tanto herdam quanto resistem aos papéis simbólicos, mostrando como os arquétipos funcionam tanto como padrões opressivos quanto como espaços de revisão.
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Vinaya Peter
International Journal of English Literature and Social Sciences
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Vinaya Peter (Qua,) estudou esta questão.
www.synapsesocial.com/papers/68c199da9b7b07f3a061b0f3 — DOI: https://doi.org/10.22161/ijels.105.4
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