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ANTECEDENTES: A ressuscitação cardiopulmonar por espectadores (B-CPR) e a desfibrilação para parada cardíaca fora do hospital (OHCA) variam por sexo, com as mulheres sendo menos propensas a receber essas intervenções em público. Desconhece-se se as diferenças por sexo persistem quando se considera a composição racial e étnica do bairro. Examinamos as chances de receber B-CPR estratificadas por local e bairro. Hipotetizamos que mulheres em bairros predominantemente negros terão menor probabilidade de receber B-CPR. MÉTODOS E RESULTADOS: Realizamos um estudo retrospectivo usando o Registro de Parada Cardíaca para Melhorar a Sobrevivência (CARES). Os bairros foram classificados por setor censitário. Modelamos as chances de recebimento de B-CPR (desfecho primário), aplicação de desfibrilação externa automática e sobrevivência até a alta hospitalar (desfechos secundários) por sexo. O CARES coletou 457.621 paradas (2013–2019); após exclusões apropriadas, 309.662 foram incluídas. Mulheres que sofreram OHCA em público tiveram 14% menos chance de receber B-CPR (odds ratio OR, 0,86 IC 95%, 0,82–0,89), mas não foi observada modificação do efeito pelo bairro (P=não significativo). Em bairros predominantemente negros, mulheres com OHCA em público apresentaram 13% menos chance de receber B-CPR (OR ajustado, 0,87 IC 95%, 0,76–0,98) e 12% menos chance de receber aplicação de desfibrilação externa automática (OR ajustado, 0,88 IC 95%, 0,78–0,99). Em bairros predominantemente hispânicos, mulheres com OHCA em público tiveram menor probabilidade de receber B-CPR (OR ajustado, 0,83 IC 95%, 0,73–0,96) e menor de receber desfibrilação externa automática (OR ajustado, 0,74 IC 95%, 0,64–0,87). CONCLUSÕES: Mulheres com OHCA público têm menor probabilidade de receber B-CPR e desfibrilação externa automática. Os achados não diferiram significativamente de acordo com a composição do bairro. Apesar disso, nosso trabalho tem implicações para considerar estratégias para reduzir disparidades na resposta dos espectadores.
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Audrey L. Blewer
Monique A. Starks
Carolina Malta Hansen
Journal of the American Heart Association
Duke University
Emory University
National University of Singapore
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Blewer et al. (Terça-feira,) estudaram esta questão.
www.synapsesocial.com/papers/68e77566b6db6435876e9ff7 — DOI: https://doi.org/10.1161/jaha.123.031113
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