This exploratory study aims to gain an increased understanding of how ancestry and sex influence stature by using FORDISC to evaluate postcranial measurements. A sample of 90 adult individuals of previously known sex (50 males, 40 females) from the Human Identification and Forensic Osteology Laboratory (LIHOF) at the Federal University of Pernambuco’s (UFPE) Academic Center in Vitória (CAV), located in Vitória de Santo Antão, Pernambuco, Brazil. The following 26 postcranial measurements were taken and input into FORDISC from each individual for the classification of ancestry and the estimation of stature: three clavicular measurements, three radial measurements, five humeral measurements, nine femoral measurements, and six tibial measurements. FORDISC classified the 90 CAV individuals as 37 Black females, 29 Hispanic males, 20 Black males, three White females, and one White male. Statistically significant differences in mean point-estimate stature were found between the following groups: Black males and Black females (p = 0.003152), Black males and Hispanic males (p = 0.007906), and Black females and Hispanic males (p < 0.001). There were no significant differences found between White females and any other group. R-squared values had statistically significant differences between the following groups: Black males and Black females (p < 0.001), Black males and Hispanic males (p = < 0.001), Black females and Hispanic males (p = 0.004611), and Black females and White females (p = 0.03879). These results are indicative of a complex relationship between ancestry, sex, and stature that can neither support nor fail to support the validity of FORDISC in northeastern Brazil. Este estudo exploratório existe para obter uma maior compreensão da influencia de ancestralidade e sexo na estatura usando o FORDISC para avaliar medidas pós-cranianas. Uma amostra de 90 indivíduos adultos de sexo previamente conhecido (50 homens, 40 mulheres) do Laboratório de Identificação Humana e Osteologia Forense (LIHOF) no Centro Acadêmico de Vitória (CAV) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), localizado em Vitória de Santo Antão, Pernambuco, Brasil. As seguintes 26 medidas pós-cranianas foram tomadas em milímetros e inseridas no FORDISC de cada indivíduo, quando disponíveis, para a classificação da ancestralidade e a estimativa da estatura: três medidas claviculares, três medidas radiais, cinco medidas umerais, nove medidas femorais e seis medidas tibiais. O FORDISC classificou os 90 indivíduos no CAV como 37 mulheres negras, 29 homens hispânicos, 20 homens negros, três mulheres brancas e um homem branco. Diferenças estatisticamente significativas na estatura média estimada foram encontradas entre os seguintes grupos: homens negros e mulheres negras (p = 0,003152), homens negros e homens hispânicos (p = 0,007906) e mulheres negras e homens hispânicos (p = 2,74E-10). Não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas entre mulheres brancas e qualquer outro grupo. Os valores de R-quadrado, que determinaram a aptidão de cada indivíduo com CAV para um determinado grupo FORDISC, apresentaram diferenças estatisticamente significativas entre os seguintes grupos: homens negros e mulheres negras (p = 2,08E-10), homens negros e homens hispânicos (p = 4,244E-10), mulheres negras e homens hispânicos (p = 0,004611) e mulheres negras e mulheres brancas (p = 0,03879). Esses resultados indicam uma relação complexa entre ancestralidade, sexo e estatura que não pode nem corroborar nem deixar de corroborar a validade do FORDISC no nordeste do Brasil.
Freeman et al. (Sun,) studied this question.