Deixar uma identidade fortemente socializada pode ser particularmente estressante. Utilizando entrevistas com 32 mulheres que deixaram o cristianismo fundamentalista e agora se identificam como ateias ou agnósticas, este estudo explora as criações religiosas e como elas moldaram os processos das participantes de deixar suas comunidades de fé. Os resultados ilustram o impacto da desconstrução religiosa, bem como a resiliência e a agência na navegação da identidade fora dos quadros religiosos anteriores. As jornadas iniciais de desconstrução foram marcadas por dissonância cognitiva, levando à reavaliação da auto-percepção, crenças e valores. Embora a desconstrução tenha aberto caminhos para autoexpressão e liberdade, foi descrita como dolorosa emocionalmente e uma perda significativa da identidade, família e comunidade anteriores. Contribuindo para a literatura sobre transição de identidade, este estudo detalha as formas pelas quais o apoio é indicado para aqueles que deixam as comunidades de fé.
Building similarity graph...
Analyzing shared references across papers
Loading...
Lauren Manley
Allison Zippay
Judith L. M. McCoyd
Families in Society The Journal of Contemporary Social Services
Rutgers, The State University of New Jersey
Building similarity graph...
Analyzing shared references across papers
Loading...
Manley et al. (Qua,) estudaram essa questão.
www.synapsesocial.com/papers/69a75bbac6e9836116a239a0 — DOI: https://doi.org/10.1177/10443894251390587
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: